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Paquetá, um passeio na ilha histórica

Saiba mais sobre a ilha que ainda é desconhecida por alguns cariocas

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Por conta do ambiente calmo, a impressão de quem visita Paquetá pela primeira vez, é que está em outra cidade muito distante do Rio, mas a ilha fica só a uma hora do centro. Ocupada pelos franceses antes da fundação da cidade do Rio, a ilha tem importância histórica, tornou-se refúgio de Dom João VI, abrigou José Bonifácio e foi cenário do romance A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo.


Com casarões centenários e ruas de terra, os únicos jeitos de se locomover são a pé, de bicicleta, triciclos, ecotáxis e charretes motorizadas. Investindo em atrações culturais, Paquetá conta com o famoso bloco Pérola da Guanabara, que arrasta centenas de foliões no carnaval, com a Orquestra Jovem Paquetá, que tem apenas moradores do local, a Casa de Artes de Paquetá, com uma exposição permanente sobre a história do lugar e a festa de São Roque, padroeiro da ilha, que acontece sempre em agosto.


Com a maioria dos moradores trabalhando na cidade, o trajeto Rio-Paquetá é realizado por barcas, que saem da Praça XV com intervalos de duas horas nos dias de semana e uma hora e meia nos finais de semana e feriados. Uma dica é fazer piquenique no parque Darke de Mattos, que conta também com uma pequena trilha e mirantes, mas atenção ao horário de fechamento do parque, que é às 17 horas.


Outra dica é a Pedra da Moreninha, um mirante que faz parte da história de Joaquim Manuel de Macedo, escrito e publicado em meados do século XIX. O único Cemitério de Passarinhos do mundo se localiza em Paquetá, o que tornou o lugar um ponto turístico.


Bom passeio!

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